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 Foto: Carolina Amancio / Ascom-Esmal

Novo aplicativo facilitará acompanhamento de processos de famílias habilitadas para adoção

Anúncio foi destaque no encontro de administradores do Sistema Nacional de Adoções, realizado nesta quinta (12), na Esmal

A Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal), sediou, nesta quinta (12), os encontros e oficinas do I Encontro de Administradores/as do Sistema Nacional de Adoções (SNA), promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o apoio do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL).

Durante o encontro, administradores regionais do sistema nas 27 unidades da federação reuniram-se em uma oficina de diálogos, na qual ofereceram sugestões para aperfeiçoamento do SNA. Os servidores dos tribunais de todo o país também foram os primeiros a saber que será lançado, em maio deste ano, o aplicativo “Adote SNA”. A diretora de projetos do CNJ, Isabely Mota, explicou que a ferramenta resolve um problema histórico de acesso.

“Até então, o SNA só funcionava em computadores, o que limitava o acesso de muitas pessoas que usam apenas o celular. Com o novo app, os pretendentes habilitados poderão baixar, fazer o pré-cadastro e acompanhar o andamento do seu processo diretamente no celular. Outra novidade será a possibilidade de fazer busca ativa de crianças e adolescentes com perfil de difícil colocação”, anunciou Isabely, uma das mediadoras da oficina.

Cristiane Sarmento, psicóloga do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, destacou que o aplicativo é uma inovação aguardada há bastante tempo pelos administradores regionais.

“A ferramenta beneficiará, em última instância, as crianças e adolescentes , através da orientação dos usuários e do acesso direto dos pretendentes habilitados”, pontuou.

SNA na prática

A oficina realizada na Esmal teve como objetivo ouvir quem utiliza o sistema diariamente e promover o compartilhamento de experiências, de modo que o CNJ implemente melhorias reais no sistema.

O secretário executivo da Coordenadoria da Infância e Juventude do TJAL, Hamilton Azevedo, lembrou que o SNA é obrigatório desde 2019. Para ele, alimentar o sistema corretamente acelera o cruzamento de dados, o que resulta no encontro de famílias mais adequadas para as crianças acolhidas.

“Com essas oportunidades de trabalho prático e em equipe, apoiadas pelo nosso tribunal, conseguiremos atualizar e deixar a ferramenta mais leve, mais fácil de ser utilizada pelos servidores das varas da infância, trazendo assim resultados melhores para a sociedade”, concluiu o servidor.

O I Encontro de Administradores/as Estaduais do SNA, que reúne representantes do CNJ e de tribunais de justiça de todo o país, segue até sexta (13), na capital alagoana. Além de palestras sobre a Política Judiciária da Infância e Juventude, estão previstos debates, oficinas e a apresentação de boas práticas envolvendo o SNA. Confira aqui a programação.

Carolina Amancio- Ascom/Esmal

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